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Kod abre em Pinheiros e prepara suas carnes e hambúrgueres na brasa

Fachada - Kod

Após algum tempo da inauguração do Kod em Pinheiros, resolvemos dar uma passada por lá e conhecer. Temos esta mania de não sair correndo a cada porta que abre, até mesmo para poder passar uma visão mais estável da casa.

O fundador do conceito é o publicitário e atualmente chef Bruno Alves. Há três anos ele tinha uma hamburgueria itinerante com o mesmo nome, que acabou encerrando suas atividades. Neste meio tempo, abriu uma banca de temperos no Mercado Municipal de Pinheiros, a Dëlika.

E o ramo dos temperos tem muito a ver com o conceito do atual Kod. O chef Bruno Alves usa em cada tipo de carne um mix de temperos diferentes. Saindo da linha tradicional exclusiva do sal e pimenta. O resultado é que os clientes podem aproveitar comidas bem diferentes e temperadas com sabores do mundo todo.

Dá uma olhada no cardápio.

Cardápio - Kod

O lugar parece com os restaurantes conceito encontrados no Pinterest, super bonito e moderno. Achamos super boa a ideia de guardar o cardápio dentro das mesas. Em cada uma há uma prancha de madeira, onde ficam as folhas do cardápio. Elas encaixam verticalmente em uma fenda nas laterais da mesa, sem ocupar espaço. Economiza o trabalho do garçom de levar e trazer o menu.

A churrasqueira é bem grande e fica no fundo do salão, é hipnotizante ver as carnes sendo preparadas e os churrasqueiros em ação.

Hoje, a nossa intenção é experimentar os burgers e ver do que o Kod é capaz. Lógico que não poderia faltar uma uma entrada. Pedimos a batata Frikles que são empanadas – não lembramos de ter comido algo assim antes.

A porção é servida em uma caneca de ágata, suficiente para duas pessoas. As batatas estavam crocantes e gostosas. Mesmo sendo gostosas, talvez não seja uma porção que dá vontade de comer toda hora – o bom é que você só encontra no Kod.

Batatas Frickle - Kod

Pedimos dois burgers, um era o Adão, blend de costela bovina, queijo canastra, cebola caramelizada, rúcula e maionese de alho confitado por R$ 26,00. E o outro eleito foi o Sister Rosetta, hambúrguer, duplo cheddar inglês, molho bèrnaise, cogumelos refogados e cebola roxa por R$ 26,00. O primeiro pedimos ao ponto e o segundo ao ponto para mal passado.

Demorou um pouquinho para ficarem prontos, mas isso não é um problema, se não estiver em um almoço comercial de 1h. Principalmente as carnes, por serem altas, levam um pouco mais de tempo para serem finalizadas na parrilla, fique atento.

Os hambúrgueres chegaram. A apresentação é bem original, principalmente pelo pão que chama a atenção à primeira vista. Tudo com aparência de artesanal e exclusivo, gostamos disso.

Adão - Kod

Os ingredientes estavam em uma proporção boa, nada de exageros.

O erro foi no ponto da carne, o Adão era ao ponto, mas deveria estar mais rosado. O Sister Rosetta estava ao ponto para bem passado, fora do aceitável. Alertamos o garçom que se prontificou em trocar.

Sister Rosetta - Kod

Rapidamente o hambúrguer foi substituído e, olhando de fora, dá para perceber a diferença pela lateral do disco de carne. Os ingredientes estava bem equilibrados, mas faltou um sabor mais marcante no conjunto.

Sister Rosetta no ponto correto - Kod

O pão foi o ponto fraco, apesar da aparência incrível, lembrava um croissant sem a parte da crocância. E podia ser mais leve, a massa era rústica demais para um hambúrguer.

O ponto da carne estava exato na segunda chance, ainda sim faltou suculência e um pouco de sabor no blend. Talvez um pouco mais de sal resolvesse o problema e realçasse mais o sabor.

Ponto da carne - Kod

Poderiam até usar alguns temperos além do sal e da pimenta, chegando a um resultado diferente e original. Claro, deixando espaço também para o bom e tradicional hambúrguer com sal e pimenta apenas.

Algumas hamburguerias americanas usam o artifício de alguns temperos em pó para adicionar picância ou um sabor suave, basta deixar o cliente ciente disso como fazem em outros pratos. E lógico, nada de mascarar o sabor da carne nem transformá-la em uma almôndega ou tentar picar cebola e misturar na carne, mas extrair o que há de melhor na combinação.

O Kod nos pareceu uma boa novidade, anda terá um tempo para amadurecer e encontrar o seu caminho. Isso significa que eles tirarão alguns itens do cardápio, mudarão outros e se ajustarão até que cheguem a uma certa estabilidade. Neste momento voltaremos e avaliaremos, quem sabe não veremos eles novamente em nosso ranking dos 50 Melhores Hambúrgueres do Brasil.

Kod

Rua Simão Álvares, 49 – Pinheiros
São Paulo, SP
Telefone 3360-8189
delivery não

Paulista Burger cria receita especial de burger de costela e crispy de matambre em homenagem ao Dia do Gaúcho

O Paulista Burger faz parte do grupo Bovinu’s, uma rede de churrascaria tradicional em São Paulo. E os fundadores do grupo, assim como muitos funcionários, vieram do Rio Grande do Sul.

No próximo 20 de setembro, comemora-se o Dia do Gaúcho, feriado estadual do Rio Grande do Sul. A homenagem é a um dos fatos históricos mais importantes da comunidade gaúcha, a Revolução Farroupilha, que aconteceu dia 20 de setembro de 1835 e durou por volta de 10 anos.

Relembrando a origem dos sócios e funcionários vindos do Rio Grande do Sul, o o chef Itamar Mattei do Paulista Burger criou uma receita especial de hambúrguer que estará disponível apenas entre o dia 19 a 22 de setembro e com certeza vai agradar os paulistas e paulistanos.

Pra começar, o hambúrguer tem 220g de costela Angus em um disco de 15cm, que será grelhado em broiler para acrescentar o sabor do churrasco.

Hambúrguer de costela de Angus sendo grelhado - Paulista Burger

Sobre a carne, é colocada uma porção generosa de queijo colonial, tradicional do sul do Brasil. Um queijo suave que derrete muito bem.

Queijo derretido com o maçarico - Paulista Burger

O restante dos ingredientes do Colono Burger foram pensados justamente na tradição gaúcha do churrasco. O acompanhamento principal é o crispy de matambre, uma parte da costela assada lentamente no bafo e chapeada para ficar crocante.

A salada de rúcula com vinagre colonial também é tradição e será temperada com molho para churrasco. O pão escolhido foi o bossa nova, um tipo de pão com casca crocante que lembra o italiano da Panificadora Europain (especializada em pães de hambúrguer) – uma ótima combinação em qualquer dia de churrasco. Então confira o resultado:

Colono Burger - Paulista BurgerColono Burger, hambúrguer com 220g de costela Angus, queijo colonial derretido, crispy de matambre assada lentamente no bafo, rúcula e chimichurri no pão francês redondo por R$ 25,00

Nós já provamos e o sabor é muuuuuito bom e diferente, o molho de churrasco dá o toque final com o azeite e as especiarias do tempero, sabor realmente do sul do Brasil e tudo isso por R$ 25,00.

Colono Burger - Paulista BurgerColono Burger, hambúrguer com 220g de costela Angus, queijo colonial derretido, crispy de matambre assado lentamente no bafo, rúcula e chimichurri no pão francês redondo por R$ 25,00


Lembre-se: o Colono Burger estará disponível apenas do dia 19 (segunda) a 22 (quinta) de setembro no Paulista Burger para quem ler esta matéria e pedir ao garçom. A receita nÃo será divulgada na casa nem mesmo no cardápio de hambúrguer.


 

Paulista Burger

Rua Augusta, 1499 – Cerqueira César
São Paulo, SP
Telefone 4564-5504 ou 4564-5503
delivery não

Este post é um publieditorial em que a qualidade do hambúrguer foi testada e aprovada. Nos comprometemos com a verdade em TODAS as nossas matérias – só falamos a verdade. Para convidar o Guia do Hambúrguer a conhecer e apresentar seu negócio, envie uma mensagem pelo nosso formulário ou para o e-email contato@guiadohamburguer.com.

Wendy’s – Itaim por Lelê Gianetti, blogueira do It Yourself

Oi gente,

Aqui é a Lelê do It Yourself mais uma vez escrevendo pro Guia do Hambúrguer e hoje vou falar sobre um clássico americano que chegou ao Brasil recentemente: o Wendy’s.

Fachada - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Uma das coisas que eu mais gosto de fazer quando vou para os EUA é enfiar o pé na jaca e comer nos tradicionais fast foods americanos. E um dos meus favoritos de lá é o Wendy’s.

Então, estava louca para conhecer a versão brasileira deste clássico, desde que as 2 unidades foram inauguradas em São Paulo, no meio do mês de julho. Já comi em lojas deles em Los Angeles, Miami, Washington e Nova York, então posso dizer que sou uma cliente fiel. 😛

Aqui no Brasil, logo que batemos o olho na hamburgueria, dá para ver que a pegada é diferente, com uma arquitetura muito mais sofisticada que as lojas americanas. A decoração segue o mesmo padrão, tudo muito bonitinho, parecendo bastante as hamburgueria artesanais.

Lema do Wendy's - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Café no andar térreo - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

O sistema de funcionamento da loja também é diferente. Nos Estados Unidos, você faz seu pedido como no McDonald’s ou no Burger King. Vai até o balcão, pede e recebe na bandeja ou leva para viagem.

Já em São Paulo, você faz o pedido nos caixas (que são uma espécie de totem) na entrada da loja (pelo menos na do Itaim Bibi é assim). Há uma atendente para cada caixa e ela anota seu pedido e te dá um número. Aí, você escolhe uma mesa e eles levam o pedido até lá, ou seja, há garçons que levam o pedido onde o cliente estiver.

Por falar nas mesas, todas elas têm um “kit” com ketchup, mostarda, maionese e molhos de pimenta, tudo de qualidade.

Molhos De Cabrón - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Kit de molhos Heinz - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Além do ambiente, olhando o cardápio, temos a impressão de que os hambúrgueres são como artesanais. E, na minha opinião, é aí que está a falha do Wendy’s no Brasil, pois a expectativa gerada em torno dos burgers não se concretiza. Mas falarei mais sobre isso daqui a pouco.

Bom, assim como nas outras redes de fast food, temos a opção de pedir somente o hambúrguer ou o combo, que eles chamam de “pack”, com batatas fritas e refrigerante.

O carro chefe é o Baconator, em que o pack custa R$ 32,00. Porém, eu pedi para trocar as fritas tradicionais pelas Fritas com Cheddar e Bacon (a grande). Com isso, o valor subiu para R$ 42,00.

Baconator - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

O Baconator vem embrulhado em um papel (assim como no Burger King) e leva dois burgers de Angus, maionese, ketchup, bacon premium defumado e queijo cheddar.

Ainda dá para escolher o tipo de pão e a minha escolha foi pelo pão francês, que é o mais tradicional do Wendy’s.

Baconator - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Baconator com batatas cheddar e bacon - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

A batata frita com bacon e cheddar é bem gostosa e o tamanho grande é bem servido. Na verdade, foi a primeira vez que eu gostei de uma batata frita assim em um fast food.

O curioso é que eu só pedi as fritas desse jeito por não saber que o Wendy’s daqui era um fast food. 😛

Batatas fritas com cheddar e bacon - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

O hambúrguer também é bom, nada demais, mas bom… especialmente considerando que se trata de um fast food.

Sei que estou batendo muito na tecla do fast food, mas na verdade, o que eu quero dizer é que, além do ambiente ser super bonitinho, olha só a foto oficial do Baconator (veja abaixo).

Inclusive, esta foto é a capa do cardápio. Aliás, também não me lembro de ter visto um fast food com um cardápio sofisticado como esse do Wendy’s.

Cardápio - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Gente, vendo essa foto, eu achei que iria encontrar um outro tipo de hambúrguer.

O engraçado é que tudo lá é feito para te fazer pensar que se trata de uma hamburgueria artesanal. Até os copos (todos eles!) são de vidro, super fofos por sinal!

Lelê tomando refrigerante - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Entenderam agora o porquê dessa confusão? O ambiente, a decoração, o cardápio, as louças que servem os hambúrgueres (copos de vidro, pratos e potes de acrílico), o guardanapo de boa qualidade, a forma como os molhos ficam em cima das mesas, os garçons, etc… e no final, vem um hambúrguer embrulhado no papel que concorre com o McDonald’s.

Não estou menosprezando o McDonald’s de forma alguma, mas é que neste caso do Wendy’s, eles pareciam que seriam diferentes da versão americana e mandaram um burger no mesmo estilo. As aparências enganaram e, pelo menos para mim, geraram uma certa frustração.

Bom, continuando a falar das comidas, meu noivo optou pelo Bacon & Blue com fritas normais. Porém, ele pediu um hambúrguer extra e o preço final do pack ficou em R$ 32,50.

Bacon and Blue embrulhado - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Bacon and Blue com fritas - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Além do hambúrguer, o Bacon & Blue traz molho de alho, cebolas salteadas, tomate, alface, bacon premium defumado e queijo gorgonzola. O pão também foi o francês.

Se você gosta de gorgonzola, esta é uma boa pedida. Apesar do sabor do queijo não ser dos mais marcantes, o casamento com o bacon e com os outros ingredientes ficou bom.

Bacon and Blue - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Entre os dois burgers, com certeza eu preferi o Baconator. E quanto à batata, ambas são gostosas, mas as fritas especiais com bacon e cheddar realmente me surpreenderam.

Na comparação com o Wendy’s dos Estados Unidos, prefiro a versão americana. Apesar do sabor ser próximo, o hambúrguer da terra do Tio Sam é mais suculento e saboroso.

Enfim amores, apesar da confusão entre gourmet e fast food, valeu a experiência. 😀

Lelê mostrando a decoração - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

A conclusão que eu cheguei é que, para os padrões de um fast food, o lema deles faz sentido, pois a qualidade dos ingredientes realmente é boa.

Acho que o melhor termo para definir o Wendy’s brasileiro seria um “fast food sofisticado”. Pode isso, Arnaldo? 😛

Missão do Wendy's - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Wendy's nunca pega atalhos - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Com todos esses comentários, vocês devem estar se perguntando se eu voltaria no Wendy’s aqui de São Paulo… e a resposta é: SIM!

Porém, voltarei totalmente ciente de que se trata de um lugar para comer algo rápido, um concorrente do McDonald’s, do Burger King e por aí vai.

De novo gente, não estou menosprezando o McDonald’s ou o Burger King, pelo contrário… adoro o Big Tasty e o Whopper! #lelegordinha

Wendy's Café Logo - Wendy's por Lelê Gianetti do blog It Yourself

Ficou com vontade de conhecer? É só ir até a Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1201 – Itaim Bibi ou na R. Funchal, 500 – Vila Olímpia, ambas na zona sul de SP.

Para conhecer mais hamburguerias e ver dicas de restaurantes e de gastronomia em geral, também não deixe de dar um pulinho no meu blog, o It Yourself, e conheça a sessão “food stuff”. É só clicar aqui.

Beijinhos,
Lelê

Wendy’s

Rua Pres. Juscelino Kubitscheck, 1201 – Itaim Bibi (esquina com a Rua Prof. Atílio Innocenti)
São Paulo, SP
Funcionamento: todos os dias das 7h às 22h (até o final de julho ficará aberto até às 0h)
delivery não

Fly Burgers – Vila Israel, Americana

O Fly Burgers é uma hamburgueria temática que fica em Americana, São Paulo. Pelo nome, já sabemos que a ligação é com a aviação. Vamos saber se eles são bons de hambúrguer?

Fachada - Fly Burgers

Nossa visita aconteceu em um dia de semana, praticamente um almoço tardio – por volta de 16h (o Fly Burgers não fecha durante a tarde). Ainda era possível pedir algumas opções do cardápio especial de almoço, com algumas promoções, mas queríamos provar mesmo os burgers do cardápio regular.

Cardápio - Fly Burgers

Nosso foco era conhecer o hambúrguer tradicional da casa, que pesa 220g.

Cardápio de entradas - Fly Burgers

São 8 opções definidas pela casa usando hambúrguer bovino e os preços variam entre R$ 17,00 e R$ 27,00. Se não quiser comer carne vermelha, há uma opção de frango e outra vegetariana que custam R$ 22,00 e R$ 26,00 respectivamente.

Cardápio de hambúrguer - Fly Burgers

Nossa escolha foi o New York, hambúrguer de 220g, cheddar, bacon crocante, picles e maionese por R$ 26,00. Como acompanhamento, pedimos uma porção de batatas rústicas individuais que custam R$ 9,00.

Ambiente - Fly Burgers

O ambiente é moderno, cadeiras e colunas vermelhas dão um ar atual e bem clean. Alguns elementos, como as luminárias do bar, são temáticas e remetem à aviação. A parede é feita parecendo uma carenagem de avião, muito legal.

Ambiente - Fly Burgers

Após 10 a 15 minutos, nosso pedido chegou. O hambúrguer veio servido em um prato, junto com a porção de fritas. Vieram também os dois molhos que acompanham o hambúrguer e a batata. Uma maionese verde e um molho de alho.

Nosso pedido - Fly Burgers

Os molhos estavam em boa consistência e bem temperados. Sabor agradável, vale muito experimentá-los e comê-los com as batatas.

A porção de batatas são bem servidas, é até maior do que consideramos individual. Estavam bem crocantes por fora e macias por dentro. Realmente muito boas.

Batatas fritas - Fly Burgers

O hambúrguer é bem grande, mas não é exageradamente alto. Em diâmetro, fica levemente maior do que o pão – podem ficar tranquilos que a carne não vai faltar.

Começamos a comer e notamos que o ponto veio perfeito. Havíamos perguntado à garçonete sobre como é o “ao ponto” da casa e ela explicou que o hambúrguer vinha apenas rosado. Optamos pelo mal passado, que viria com a carne vermelha por dentro sem estar cru. Acertaram em cheio.

Hora de devorar - Fly Burgers

O sabor da carne estava gostoso, consistência correta e quantidade de gordura bem ideal. O hambúrguer é suculento, saboroso e preparado no broiler (um tipo de grelha aquecida a gás). A textura da carne é de uma moagem mais grossa, mesmo assim manteve o hambúrguer macio e fácil de comer.

O queijo estava bem derretido por cima e em boa quantidade. O bacon estava bem crocante, feito na fritadeira, então o sabor fica menos acentuado. Para completar a receita, o picles suave e a maionese, que adicionaram mais sabor ao conjunto.

Ponto da carne - Fly Burgers

O pão estava bem macio, no começo sustentou bem o hambúrguer, mas foi só coadjuvante. Da metade do hambúrguer para o fim ele começou a encharcar um pouco, devido à carne estar bem suculenta. É um ponto que poderia ser melhorado.

Já havíamos experimentado o hambúrguer do Fly Burgers food truck, sem dúvida o melhor hambúrguer que eles fazem está na hamburgueria. O ponto principal é o sabor e a suculência da carne, sem falar no ponto que veio perfeito – muito bom. Vale a visita.

    Avaliação do Guia do Hambúrguer

  • hambúrguer3 estrelas
  • maionese3 estrelas
  • porção3,5 estrela
  • atendimento3 estrelas
  • espera(nenhuma)
  • cheese burgerR$ 17,00
  • preço(de R$ 30,00 a R$ 40,00 por pessoa) (de R$ 30,00 a R$ 40,00 por pessoa)
  • As avaliações do Guia do Hambúrguer são feitas sem aviso e sem conhecimento do estabelecimento, pagamos nossa conta e assim podemos falar a verdade.

Fly Burgers

Av. Nossa Sra. de Fátima, 1279 – Vila Israel
Americana, SP
Telefone (19) 3478-5759
delivery sim

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Hamburgueria do Sujinho, Consolação – São Paulo

Após algum tempo, voltamos à Hamburgueria do Sujinho na Consolação. A hamburgueria não é tão tradicional quanto o restaurante do Sujinho, inaugurado nos anos 60 e famoso pela sua bisteca com osso.

Fachada - Hamburgueria do Sujinho

Por incrível que pareça, assim que entramos à Hamburgueria do Sujinho, notamos que nada mudou por lá. Depois de 7 anos de existência, encontramos tudo da mesma forma que nossa primeira visita – logo após a inauguração.

Entrada - Hamburgueria do Sujinho

Parece que o negócio parou no tempo, os garçons se vestem da mesma maneira, o ambiente sofreu pouquíssimas mudanças e nem o cardápio não mudou. Mas os hambúrgueres no Brasil evoluíram muito desde 2009, vamos ver se a receita da Hamburgueria do Sujinho continua entre as melhores?

Ambiente - Hamburgueria do Sujinho

O cardápio oferece duas formas de escolher seu hambúrguer. Você pode optar entre uma das combinações da hamburgueria ou montar seu próprio hambúrguer, combinando os 36 ingredientes disponíveis que custam de R$ 1,30 a R$ 6,50 cada.

Cardápio - Hamburgueria do Sujinho

Cardápio - Hamburgueria do Sujinho

Cardápio - Hamburgueria do Sujinho

Nosso pedido foi uma porção de polenta frita por R$ 14,50, uma porção pequena de batatas fritas e o hambúrguer Mathias, hambúrguer de 160g, cebola assada em pedaços e cheddar no pão tradicional por R$ 24,64 + bacon por R$ 4,75, totalizando R$ 29,39. Antes de confirmar o pedido, questionamos o garçom se o cheddar era de bisnaga, como não era pedimos este.

A primeira a chegar e super rápido foi a porção de polenta. É bastante farta e serve facilmente até três pessoas. A aparência não era das melhores, algumas pareciam que tinham passado do ponto, estavam escuras demais.

Polenta - Hamburgueria do Sujinho

Em geral, estavam crocantes e gostosas, mas nada demais – já comemos polentas melhores. A aparência acabou não influenciando o sabor, em nenhum momento sentimos gosto de queimado.

Polenta - Hamburgueria do Sujinho

Os destaques foram direto aos dois molhos, uma maionese temperada incrível, consistência perfeita, aerada e tudo que uma maionese deve ser. O molho rosè tinha as mesmas características e muito equilibrado, levemente adocicado por conta do ketchup. Dá vontade de comer sempre mais.

Maionese verde e molho rosè - Hamburgueria do Sujinho

As batatas fritas estavam muito crocantes e bem fritas. Saborosas e artesanais, recomendamos muito que sigam nesta opção, típica batata frita de restaurante antigo (isso sim é um elogio!).

Batatas fritas - Hamburgueria do Sujinho

Pouco tempo depois, chegou o hambúrguer, servido em um prato de sobremesa e dentro de um saquinho. Assim como as tradicionais hamburguerias e lanchonetes da cidade.

Mathias Burger, hambúrguer de 160g, lascas de cebola assada, cheddar e adicional de bacon - Hamburgueria do Sujinho

Logo em seguida retiramos do saquinho apenas para ficar mais fácil de vocês verem. O hambúrguer era do tamanho do pão, o bacon veio em boa quantidade e, para completar a receita, o cheddar derretido e a cebola assada.

O pão tradicional é aquecido e prensado, como se faz desde antigamente. O queijo estava derretido sobre a cebola, era um cheddar processado, mas estava bom. A cebola tinha sabor delicado e adocicado. Inclusive esta forma de fazer a cebola está muito ligada à grelha a carvão e ao churrasco e é uma das melhores maneiras de ter uma cebola docinha e crocante.

Mathias burger sem saquinho - Hamburgueria do Sujinho

O bacon, apesar de sabor gostoso, estava “borrachudo”, assim que mordemos vinha todo o resto e acabou bagunçando um pouco na cora de comer o hambúrguer.

A carne estava ao ponto, um pouco superior ao que pedimos: ao ponto para mal passado. Bem rosada e suculenta por dentro. A textura é de uma carne moída mais fina e um hambúrguer com consistência mais compacta que o ideal.

Notamos que também faltou um pouco de gordura no blend, o que prejudicou o sabor no momento de avaliarmos a carne separadamente.

Ponto do hambúrguer - Hamburgueria do Sujinho

O sabor de grelhado não se destacou, diferente de outras vezes que comemos lá e foi nítido o sabor de defumado.

E, por último, o pão tradicional, prensado, que sustentou bem o hambúrguer do início ao fim. Porém não foi destaque, sabor neutro, acabou como um coadjuvante.

A Hamburgueria do Sujinho, apesar de não apresentar muitos erros de execução, apresenta um hambúrguer essencialmente tradicional. O que não é um defeito, mas poderia ter evoluído o blend da carne e quantidade de gordura. Se fizessem isso, usando a grelha a carvão e a maionese espetacular, teriam um produto bem superior.

O ponto mais negativo de todos é que continuam não aceitando qualquer tipo de cartão de crédito e débito, com a justificativa de não quererem repassar as taxas aos clientes. De qualquer forma, não é a hamburgueria mais barata que conhecemos, apesar de terem um preço razoável. O difícil é pagar a conta em dinheiro ou cheque, sim eles aceitam cheque.

    Avaliação do Guia do Hambúrguer

  • hambúrguer2,5 estrelas
  • maionese4,5 estrelas
  • porção3 estrela
  • atendimento2,5 estrelas
  • espera(nenhuma)
  • cheese burgerR$ 17,59
  • preço(de R$ 30,00 a R$ 40,00 por pessoa) (de R$ 30,00 a R$ 40,00 por pessoa)
  • As avaliações do Guia do Hambúrguer são feitas sem aviso e sem conhecimento do estabelecimento, pagamos nossa conta e assim podemos falar a verdade.

Hamburgueria do Sujinho

R. da Consolação, 2063 – Consolação
São Paulo, SP
Telefone (11) 3231-5207
delivery sim

Underdog – Pinheiros, São Paulo

O Underdog é um pequeno bar que serve carnes preparadas na parrilla em Pinheiros. Lembra muito algumas casas argentinas e uruguaias que já visitamos. É o estilo tradicional do churrasco porteño feito em parrilla.

Fachada - Underdog

Originalmente o Underdog tinha apenas um pequeno balcão com 6 lugares do lado de dentro. Em nossa visita, além do balcão, há um espaço descoberto e adaptado na casa ao lado que pode ser usado pelos clientes.

A maioria escolhe ficar nas mesas, é compreensível. O balcão fica bem de frente à parrilla e dá para sentir o calor da brasa no rosto. Nós gostamos, então ficamos por ali. Mas nem todo mundo tem esse gosto estranho pela brasa.

Entrada - Underdog

O ambiente é uma mistura de rústico e moderno, bem peculiar. Achamos um pouco estranho a altura do balcão em relação aos bancos que deveriam ser um pouco mais altos para combinarem perfeitamente. Conclusão, não era muito confortável.

Ambiente - Underdog

O cardápio oferece entradas, carnes e hambúrgueres. Uma capa bem feia, mas o que importa se o hambúrguer for gostoso?

Cardápio - Underdog

Apesar de muito interessantes, a única entrada que realmente combinava com um hambúrguer era a porção de fritas rústicas por R$ 10,00 – bom preço.

Cardápio de entradas - Underdog

O pão com a carne custa R$ 20,00 e você escolhe os complementos que vai usar em seu burger: queijo prato, barbecue, picles, jalapeños, sour cream, queijo gorgonzola, queijo cheddar, bacon, cogumelos orientais e chimichurri. Os preços variam entre R$ 2,00 e R$ 5,00. Parece barato, né? Mas cuidado, um cheese bacon custará R$ 30,00 se usar queijo cheddar.

Cardápio de hambúrgueres - Underdog

Montamos nosso pedido. Escolhemos as batatas rústicas e o hambúrguer com queijo prato, bacon e sour cream (creme azedo). Na verdade, ficamos na séria dúvida em colocar o chimichurri da casa, mas não foi desta vez.

Observando como tudo funcionava, presenciamos o que o cardápio afirma em sua primeira página, o Underdog é um lugar que prioriza o artesanal, o feito um a um e em pequenas quantidades. É o que procuramos, pois sabemos que quanto mais a comida é feita em linha de produção, mais se distancia de uma boa comida.

Filosofia - Underdog

Nossas batatas rústicas chegaram rapidinho. Porção média e suficiente para duas pessoas. As batatas estavam super quentes e muito bem temperadas, completamos apenas com um pouquinho de sal.

Porção de fritas rústicas - Underdog

Mas não estavam tão crocantes. O sabor compensou este escorregão. Junto com as batatas, é servida uma pequena porção de maionese verde. A maionese estava muito gostosa e complementou as fritas.

Enquanto isso, acompanhamos nosso hambúrguer sendo produzido na parrilla, bem na nossa frente. Temperado apenas com sal grosso, é um disco de carne bem alto com 220g. Lembra que falamos sobre o calor da parrilla bem na sua frente?

Parrilla a 1m do balcão - Underdog

O hambúrguer é servido em uma pequena placa de madeira, apresentação rústica – adoramos. O tamanho impressiona, hambúrguer bem grande, bastante queijo, bacon e sour cream.

O pão estava quentinho, selado e bem macio. Sabor neutro e sustentou o hambúrguer com louvor do início ao fim. Ponto positivo.

Hambúrguer, queijo prato, bacon e sour cream - Underdog

O queijo estava bem derretido e o bacon levemente crocante. Boa quantidade, saboroso sem ser salgado. O sour cream foi o contraponto que trouxe à nossa combinação o sabor azedo e uma temperatura mais fria – ficou legal o contraste.

Olha o tamanho deste hambúrguer - Underdog

A carne estava no ponto exato. Quando pedimos, perguntamos sobre o ponto do parrilleiro e nos informaram que era vermelho por dentro. E assim estava.

Mais uma foto, não resistimos - Underdog

O sabor da brasa era claro e adicionou o defumado em tudo, como gostamos.

Ponto da carne - Underdog

A parte negativa foi a textura da carne. Achamos muito compacta e com pouca gordura, principalmente sendo um hambúrguer de costela que vai para a brasa.

E a falta de gordura também atrapalhou a suculência, poderia ter muito mais líquido internamente, o que traria mais sabor. De qualquer forma, o conjunto agradou.

O Underdog tem um grande potencial de ter um hambúrguer impressionante. Se tivesse um pouquinho mais de cuidado nas falhas que comentamos, poderia ser um forte candidato a figurar no grupo de elite dos hambúrgueres de São Paulo. E não é frescura, é cuidado.

A curiosidade é que a palavra “underdog” é uma expressão que significa “um adversário que tem poucas chances de ganhar uma batalha”, pra gente o Underdog tem condições de vencer várias hamburguerias, basta querer.

Por enquanto, é uma boa opção para quem curte hambúrguer na brasa, lugar alternativo e comida artesanal. E não se importa com um atendimento descontraído e distraído ao mesmo tempo. Voltaremos para experimentar uma das carnes da casa e comer mais um hambúrguer.

    Avaliação do Guia do Hambúrguer

  • hambúrguer3 estrelas
  • maionese3 estrelas
  • porção3 estrela
  • atendimento2 estrelas
  • espera(nenhuma)
  • cheese burgerR$ 22,00
  • preço(de R$ 40,00 a R$ 50,00 por pessoa) (de R$ 40,00 a R$ 50,00 por pessoa)
  • As avaliações do Guia do Hambúrguer são feitas sem aviso e sem conhecimento do estabelecimento, pagamos nossa conta e assim podemos falar a verdade.

Underdog

R. João Moura, 541 – Pinheiros
São Paulo, SP
Telefone (não tem)
delivery não

Le Jazz Brasserie, Pinheiros – São Paulo

No burburinho da R. Dos Pinheiros e compartilhando a clientela com nomes fortes do hambúrguer como Meats e Z Deli Sandwich Shop, o Le Jazz Brasserie não pode fazer feio no quesito hambúrguer. Apesar de não ser uma hamburgueria e sim uma Brasserie.

Fachada - Le Jazz Brasserie

Brasserie é uma palavra francesa que significa uma cervejaria ou um restaurante de ambiente descontraído que serve pratos simples.

O Le Jazz Brasserie tem um clima intimista e descontraído ao mesmo tempo, luz baixa e jazz como trilha sonora. É daqueles lugares que não temos a menor vontade de comer com pressa e ir embora. Uma boa escolha, se quiser levar seu CRUSH, seu paquera ou aquela pessoa que você queira que role um clima.

Ambiente - Le Jazz Brasserie

A decoração é sóbria, muita madeira e quadros com gravuras de jazz – o tema da casa. No cardápio encontramos aperitivos, entradas, saladas, sanduíches e os pratos principais – todas receitas francesas. Não entraremos em detalhes.

Ambiente - Le Jazz Brasserie

O único burger do cardápio é o Jazzburger, hambúrguer alto, gratinado com queijo camembert ou roquefort, cogumelos e bacon. Acompanhado de fritas, salada, tomate e picles por R$ 41,50. O preço realmente não é dos mais baratos, mas temos que levar em consideração os acompanhamentos (fritas e salada) e o padrão de serviço do Le Jazz Brasserie – é um restaurante.

Cardápio - Le Jazz Brasserie

Fizemos nosso pedido e depois de uns 15 minutos os burgers foram servidos.

Hambúrguer e acompanhamentos - Le Jazz Brasserie

A apresentação é muito bem executada, inclusive a salada, muito bonita, tomates descascados e muito fresca.

Hambúrguer em detalhes - Le Jazz Brasserie

Pedimos uma maionese da casa para comer com as batatas fritas. Bem temperada e saborosa, um pouco mais líquida, na nossa opinião era um aioli, que é um molho típico francês e parecido com a maionese – a principal diferença é que não leva vinagre nem mostarda.

As batatas fritas são artesanais e rústicas, cortadas um pouco mais grossas. Estavam boas, mas não chamaram nossa atenção. Mas deveriam ser um diferencial obrigatório, batatas fritas fazem parte da culinária francesa.

 - Le Jazz Brasserie

O hambúrguer estava bem montado, carne levemente maior que o pão e queijo camembert gratinado por cima.

Hora de devorar - Le Jazz Brasserie

O cogumelo estava em quantidade discreta, não foi o destaque da combinação. O bacon era levemente crocante e saboroso. O pão veio selado, ponto certo e bem neutro. Muito macio. Aliás, esse hambúrguer tem uma palavra que o define “macio”.

A carne estava no ponto exato, ao ponto para mal passado como pedimos. Vermelho por dentro, mas sem carne crua. Esse é o ponto ideal para um hambúrguer.

Ponto do hambúrguer - Le Jazz Brasserie

O sabor era muito gostoso e equilibrado. Praticamente nenhum erro. O único detalhe foi a quantidade de gordura do blend, achamos que precisa de um pouquinho mais de gordura para acentuar o sabor e aumentar a suculência.

A sobremesa não podia ser outra, escolhemos o crème brûlée, tipicamente francesa e uma de nossas favoritas. É feita com um creme de baunilha e açúcar caramelizado por cima. É bem famosa e tradicional.

Crème brûlée - Le Jazz Brasserie

O caramelo estava bem crocante e o creme bem suave. Muito gostoso, sem ser doce demais ou enjoativo. Ótima sobremesa.

O Le Jazz Brasserie é uma boa opção para comer um hambúrguer em clima de restaurante. O ambiente é muito aconchegante e bonito.

O principal para nós é ter um hambúrguer realmente muito bom, carne macia e ponto exato. E, no fim das contas, você gasta o mesmo que em muitas hamburguerias, se fizer um pedido equivalente.

    Avaliação do Guia do Hambúrguer

  • hambúrguer2,5 estrelas
  • maionese3,5 estrelas
  • porção3 estrela
  • atendimento3 estrelas
  • espera(nenhuma)
  • cheese burgerR$ 41,00 (não tem cheeseburger no cardápio)
  • preçoacima de R$ 50,00 (acima de R$ 50,00 por pessoa)
  • As avaliações do Guia do Hambúrguer são feitas sem aviso e sem conhecimento do estabelecimento, pagamos nossa conta e assim podemos falar a verdade.

Le Jazz Brasserie

R. dos Pinheiros, 254 – Pinheiros
São Paulo, SP
Telefone (11) 2359-8141
delivery não

Wendy’s abre sua primeira loja em São Paulo, Itaim

O Wendy’s inaugurou sua primeira loja na última quinta-feira 14 de julho em São Paulo, Itaim. Já havíamos experimentado o hambúrguer na coletiva de imprensa, mas precisávamos mostrar como seria a experiência real na loja, como qualquer outro cliente.

Fachada  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Estávamos ansiosos para mostrar as novidades a vocês, mas esperamos 3 dias para irmos até lá. Demos este pequeno tempo, para evitar erros primários que acontecem em plena inauguração.

Era um almoço de segunda-feira, depois da casa estar funcionando normalmente durante o final de semana. Deu pelo menos um tempinho para eles se familiarizarem com a rotina. Só não esperem uma avaliação do hambúrguer, nem da casa, fomos para mostrar como tudo funciona.

Chegamos por volta de 13h, fila na porta e tudo. Um segurança controlando a entrada das pessoas, nos preparamos para uma longa espera.

Fila na porta  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Mas não foi o que aconteceu, menos de 10 minutos, estávamos em frente aos caixas fazendo o pedido. Havíamos recebido o cardápio enquanto estávamos na fila. Nossa escolha estava feita antes mesmo de chegarmos. O pack do Baconator sai por R$ 32,90, dois hambúrgueres quadrados Angus, queijo cheddar, bacon defumado, maionese e ketchup.

Os caixas fazem o atendimento na porta - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Essa é a opção mais cara do cardápio, só o Baconator (sanduíche) custa R$ 24,00. Tem a opção do Son of Baconator, com hambúrgueres menores por R$ 11,50 (só o burger) e R$ 19,50 o pack. Os preços dos hambúrgueres partem de R$ 7,00, o Jr. Cheeseburger. Os packs, conhecidos como combos, variam entre R$ 15,00, do Jr. Cheeseburger a R$ 32,90 do Baconator.

Cardápio de hambúrguer - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Dá para variar com as opções de sanduíches e hambúrgueres de frango.

Cardápio de sanduíches de frango  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Ou pedir uma porção de fritas com cheddar, chilli e até bacon.

Cardápio de saladas, chilli, bebidas e sobremesas  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Após o pedido, recebemos nosso table locator, o aparelhinho localizador de mesas. Ele serve para os funcionários do Wendy’s encontrarem sua mesa e levar o pedido até você. Um dos diferenciais do Wendy’s.

Table Locator  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Sentamos ao balcão em frente à cozinha, gostamos muito de vigiar como tudo funciona. O ambiente é bem grande e espaçoso.

Andar térreo  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

E são dois andares, se subir as escadas, encontrará este painel do fundador do Wendy’s.

Fundador do Wendy's  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

O salão também é bem amplo e ainda conta com um salão de jogos com pebolim e até vídeo game para as crianças.

  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Voltando ao nosso pedido, aproximadamente 5 minutos depois chegou. Foi realmente tudo muito rápido.

O hambúrguer é servido em um prato de vidro quadrado, acompanhado da porção de batatas individuais em um copo metálico. Nada de saquinhos, caixinhas e guardanapos baratos. Aliás, o guardanapo é muito bom e vem 3 deles.

Baconator pack por R$ 32,90  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

A aparência do hambúrguer não é das mais bonitas. Mesmo assim, a montagem é melhor que dos outros fast foods de hambúrguer. Principalmente pelo fato de não vir embrulhado.

Baconator, hambúrguer mais famoso da rede  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Em cima das mesas ficam os molhos de pimenta De Cabron e a linha de mostarda, ketchup e maionese da Heinz – esqueça aqueles sachês irritantes, é tudo na bisnaga. \o/

Molhos  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Partimos para o hambúrguer, só de segurar com as mãos, notamos que não é um hambúrguer pequeno, nem fininho. A dupla de carne quadrada tem volume e o pão é grande, até demais. Sobra pão no conjunto.

Escolhemos o pão francês, a novidade que eles criaram para o Brasil, mas esperamos que logo eles tragam o pão de pretzel pra cá.

As batatas são palito rústicas, com as cascas aparentes, o que dá o aspecto de artesanal.

 - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Para beber, só podia ser a boa e velha Coca-Cola, servida em copo de vidro com gelo. Melhor que os canudinhos e copos de papel.

O balanço de nossa experiência conhecendo o Wendy’s do Brasil foi positiva. Principalmente porque não viemos com a expectativa de comer o melhor hambúrguer de nossas vidas. Nos Estado Unidos, o posicionamento do Wendy’s é bem diferente, um simples fast food.

No Brasil, eles optaram por um tratamento diferenciado. Presenciamos um atendimento caloroso e agradável. Tudo bem organizado. O tempo de espera foi muito mais rápido do que esperávamos e funcionou muito bem do início ao fim.

Fizemos nossas fotos, mostramos via Snapchat e nenhum funcionário ficou preocupado com isso. Sinal de que não há nada a esconder.

O ambiente é similar a um restaurante, cadeiras confortáveis, decoração agradável e funcionários limpando as mesas constantemente.

Sentimos falta na hora da recompra, em nenhum momento perguntaram se gostaríamos mais alguma coisa ou uma sobremesa – como prometeram na coletiva de imprensa.

Ah, e antes de sair você passará pelo Café do Wendy’s, que funciona desde as 7h da manhã.

Café Wendy's  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Pode ser também uma opção para uma sobremesa diferente.

Doces e opções do café  - Wendy's abre sua primeira loja em São Paulo

Em nossa opinião, para conseguirem estabilizar-se por aqui e fugirem do efeito que outras marcas estrangeiras sofreram no Brasil, tendo que recuar e até fechar lojas, será necessário se diferenciarem também nos hambúrgueres. Os brasileiros estão cada vez mais exigentes e não há mais espaço para empresas que não entregam o que prometem.

Principalmente neste momento, em que todo mundo valoriza cada centavo. De qualquer forma, os preços não são proibitivos e o hambúrguer é melhor que o da rede do palhaço – já que a carne é mais valorizada que os molhos no Wendy’s. Resta cada um experimentar e decidir voltará ou não.

Wendy’s

Rua Pres. Juscelino Kubitscheck, 1201 – Itaim Bibi (esquina com a Rua Prof. Atílio Innocenti)
São Paulo, SP
Funcionamento: todos os dias das 7h às 22h (até o final de julho ficará aberto até às 0h)
delivery não